Acredito que vai demorar um pouco mais para que o artigo cujo resumo publiquei no post anterior seja postado nos anais da ABED-PB, por isso que vou postá-lo por aqui:
Terrorismo Internacional: Conceitos, Classificações e Desafios à Segurança Internacional
Todavia, foi uma ótima surpresa ler o comentário do Alessandro Visacro no blog. Obrigada! :)

De hoje em diante postarei com mais frequência alguns artigos completos, resenhas e visões, incentivando o acesso livre à informação e conhecimento compartilhado.

ABED PB

Resumo expandido arovado para o Encontro Estadual da Associação Brasileira de Estudos de Defesa (ABED-PB)!

Em breve postarei o artigo completo.

Terrorismo Internacional: Conceitos, Classificações e Desafios à Segurança Internacional

Os debates teóricos acerca de Segurança Internacional intensificaram-se após a Guerra Fria, tomando o direcionamento na busca pela compreensão das mudanças de percepções relacionadas à segurança nos Estados Unidos e em todo o mundo.

O debate sobre o terrorismo internacional foi intensificado na contemporaneidade devido a representação de novas ameaças e de novos inimigos que o terrorismo traz consigo, apesar de não ser um fenômeno recente no cenário internacional. Os conflitos entre atores não-estatais tem mostrado-se cada vez mais frequentes nas Relações Internacionais, como meios de reorganização política e social destes atores, em que há, além de outras características específicas, uma linha tênue entre combatentes e não-combatentes.

O objetivo principal do artigo é apresentar conceitos de terrorismo, fenômeno complexo estudado pelos teóricos de Segurança Internacional, incorporado pelas agendas de segurança dos Estados principalmente após os atentados de 11 de setembro. Após os atentados houve grande impacto nas políticas de segurança de todo o mundo, influenciadas pela “Guerra Global ao Terror” lançada por George W. Bush, ao passo que células terroristas ligadas ou não à Al Qaeda atuam em diversos países, levando-os a darem maior atenção às ameaças internas. O terrorismo questiona as abordagens centradas no Estado, pois após a Guerra Fria houve uma reconfiguração do sistema, em que formas irregulares de conflito transbordam a segurança regional.

A expansão de grupos armados não-estatais representa um complexo objeto de segurança, pois os grupos terroristas não tem território definido, atuando transnacionalmente. O artigo também apontará os debates teóricos de Segurança Internacional e suas fragmentações, trazidos especialmente por Barry Buzan, Gunther Rudzit e Alessandro Visacro. Para elaboração do artigo, será utilizada pesquisa bibliográfica e documental, onde serão utilizados teóricos que versam sobre estudos estratégicos e teorias de guerra nas Relações Internacionais.

Back To Black

Bem que disseram que 2012 seria um ano de grandes mudanças… Depois de mudanças constantes na minha vida, estou blogando de volta!

Aliás, é vergonhoso ter um domínio e não manter a frequência de posts. Estou na reta final do mestrado em Relações Internacionais na UFSC, e agora que qualifiquei a dissertação, titulada “O Papel do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) na Construção da República do Sudão do Sul”, sinto que tenho que compartilhar o que estou escrevendo, como artigos, resenhas e ensaios.

Na realidade, acho importante poder contribuir um pouco com a publicação livre de artigos em meio a uma academia tão grotescamente engessada. Viva a Lei de Acesso à Informação! Software? Livre! Ok, calma… Depois escrevo sobre isso (ou não).

*Accountability mode on*

Para começar, meu TCC “Sociedades, Conflitos e Direitos Humanos: Sudão, o Microcosmo Africano”, publicado em 2010.

 

Quem pratica o terror?

Quem pratica o terror?

A primeira semana de maio inicia-se com um noticia histórica. Segundo informações cedidas pela CNN durante a madrugada de 1 de maio, o terrorista mais procurado do mundo, Osama Bin Laden, foi morto durante durante ação das tropas americanas em território paquistanês. Aparentemente, uma vitória contra o terrorismo. Mas o que nos interessa e nos afeta: até onde vai o poder dos EUA? Desconsiderando tratados internacionais, os Estados Unidos iniciaram uma campanha no Oriente Médio em busca do terrorista, desconsiderando soberaniais nacionais plenamente estabelecidas ou qualquer acordo referente ao uso de equipamento militar contra civis ou até mesmo táticas de tortura. Graças ao 11 de setembro, os EUA puderam penetrar na região com todo seu equipamento de guerra, e nesses singelos dez anos de intervenção militar, não devemos nos esquecer que os Estados Unidos reestruturaram e intervieram plenamente no governo afegão sob o lema da reconstrução estatal. Há dez anos foi lançada a Guerra ao Terror, quando o país mais impenetrável do planeta teve sua segurança perfurada por aviões guiados por atores da Al-Qaeda. Entretanto, a Guerra ao Terror tomou razões diversas, como a busca por petróleo e o controle geopolítico de regiões estratégicas, como o Afeganistão e Iraque. Quais/quem serão os próximos alvos em momento de crises democráticas? Todo cuidado é pouco senhores ditadores de qualquer Estado do mundo, pois vocês podem ser os próximos. Os grandes defensores da moralidade, liberdade e dos Direitos Humanos mais uma vez se contradizem. Primeiro armam os aliados como fizeram com Saddam e Osama em período de conflito, e depois assassinam os que ameaçam seus interesses políticos e sua democracia. Parece que os tomadores de decisão dos EUA não percebem que o terrorismo já atua nas relações internacionais sem rosto, sem corpo e sem território definido, e que assassinar o líder da Al-Qaeda não foi uma ação louvável e sensata para seus próprios interesses. Em seu discurso ao anunciar a morte de Osama, Barack Obama defendeu a ação como algo glorioso para os que buscam a paz, concordando com a Guerra ao Terror e não com a guerra ao Islamismo. Infelizmente, o presidente parece não perceber que existem islâmicos radicais e fundamentalistas, que interpretam o Corão de forma não-ocidental, digamos, e podem representar uma ameaça para a segurança nacional dos EUA, que ainda classificam todos aqueles que não seguem seus princípios como ameaça. O saudita Bin Laden nasceu em um reinado poderoso, país comprador de armamento estadunidense e riquíssimo em petróleo, o ouro preto que envolve todos. Religião e petróleo parecem fundamentar os conflitos atuais, e a ação dita pacificadora apoiada pelo atual líder dos EUA em conformidade com George W. Bush em relação a Guerra ao Terror pode gerar retaliações como embargos e revoltas por parte dos países do Oriente Médio. Cortar o mal pela raiz não se configura como decisão muito sábia em terreno incerto e perigoso como terrorismo. O ato do pastor estadunidense que queimou o Corão revela que atitudes extremas podem culminar em manifestações fatais. Infelizmente, em países em que não se há liberdade de expressão, o terrorismo é uma opção de voz, e a Guerra Santa é levada a sério pelos jihadistas. Os Estados Unidos mantém a anarquia nas Relações Internacionais com ações preventivas como esta, e hoje se comemora a justiça com festas em todo território nacional. Nada mais justo, em nome da segurança do planeta sob as asas da águia enquanto não somos os alvos. Mas, de acordo com as ações que vem sendo tomadas pelos EUA, todos são ameaçadores.

Diego Sousa e Samara Guimarães

Segurança Internacional

Bacharel em Relações Internacionais. Nossa, 4 anos voaram! Muitas teorias foram apreendidas, digamos, e outras ricochetearam em minha mente e se depositaram em alguma parte mais difícil de ser acessada. Por ter sido um curso tão multidisciplinar o futuro parece ainda mais incerto, ao menos na Paraíba. Itamaraty? Mestrado? Trabalho? Os três? Talvez seja hora de tentar abraçar o mundo com pernas e braços, mas de forma consciente. Talvez seja hora de voltar a postar no blog, é mais simples. Vou fazer uma retrospectiva das análises que fiz ao longo do curso, começando do 7º período, já que durante o 8º eu apenas elaborei a monografia. Pode ser útil. :)

7º Período.

Segurança Internacional.

Uma cadeira muito interesssante e atualíssima! Gostei muito de ler os primeiros estudos sobre Segurança Internacional nas RI, estudar deterrência, crimes cibernéticos, terrorismo internacional… Wikileaks – inspiração atual. Thanks, Assange.

Buzan e Hansen

Os Estudos de Paz ofereceram uma visão mais radical em relação a bipolaridade, em que os dois hegemons mantiveram o planeta em uma situação de risco. Sobre as diferenças entre Paz Negativa e Paz positiva, podemos ressaltar a paz negativa como a ausência de guerra, enquanto que a paz positiva tem diversas conotações, associadas à integração da sociedade humana e ao combate da violência estrutural, que está ligada à desigualdade social.

O impacto para os países do Terceiro Mundo está no lançamento de uma nova agenda de pesquisa mais abrangente, que incorpora discussões sobre direitos humanos e questões relacionadas ao desenvolvimento estrutural das sociedades, incorporando elementos da teoria crítica marxista que desafiam as premissas realistas. Os debates internos dos Estudos de Paz são epistemológicos e metodológicos, e colocam em questão a racionalidade dos estudos estratégicos, levantando questões de cunho ético e revelando pesquisadores pacifistas mais tradicionais e outros estrategistas, formadores de perspectivas que ligavam os estudos estratégicos e intermediavam o controle de armas. Estudos de paz questionaram a política nuclear da Guerra Fria, assim como estratégias de deterrência, utilizando metodologia positivista.

Em relação ao controle de armas e Estudos estratégicos, foi-se apresentando que muitos estrategistas tinham conceitos normativos até sobre aspectos morais, levantando o debate clásico entre realistas e idealistas nas Relações Internacionais, onde o Controle de Armas se encontrava numa posição intermediária. Alguns representantes dos Estudos de Paz viam Estudos Estratégicos como cúmplices da exterminação nuclear, enquanto estrategistas o consideravam idealistas demais. Nos primeiros anos da Guerra Fria, os estrategistas intelectualmente dominaram nos Estados Unidos.

Ambos os estudos tinham a bipolaridade como fato central, e há diferentes interpretações sobre a aceitação da União Soviética como agressor, em que algumas mais radicais apresentam os Estados Unidos como mais agressor e questionam até a realidade da Guerra Fria. Em ações de paz, o desarmamento é um dos elementos principais que comprovam o desejo dos Estudos de Paz em diminuitr a probabilidade do uso das armas nucleares. Os benefícios do desarmamento podem ser vistos no terceiro mundo em termos da utilização de recursos no desenvolvimento destes países.

Após o 11 de setembro, muitas mudanças ocorreram na agenda de segurança internacional, como a expansão de guerras irregulares e o aparecimento de um inimgo sem base, a al-Qaeda. Os ideais liberais de racionalidade calcada em valores como a liberdade e democracia são questionados nessa época, pois a racionalidade dos atores é também questionada.

O plano de segurança nacional de Bush representa a incapacidade norte-americana de aceitar rivais, e o ataque às Torres Gêmeas representou uma falha gigantesca do sistema de segurança dos Estados Unidos. No pós 11 de setembro há a ascensão de novos atores não-estatais formulando política externa e a utilização do discurso liberal a favor da invasão do Iraque pelos EUA.

Uma das continuidades são os debates sobre políticas de grandes poderes, e no pós-11/09 a ascensão da China era destaque mundial, alterando as estratégias dos Estados Unidos. A guerra irregular explode nessa época, e as novas definições de terrorismo alteram a agenda de segurança internacional, pois o terrorismo tem diversas classificações, surgindo como ator e forte ameaça à segurança, pois pode atuar através de organizações internacionais, e vem sendo fortalecido com o aumento do fluxo de informações graças a novas estruturas cibernéticas, o que pode favorecer o aumento do tráfico de drogas e armas. Atualmente, os terroristas podem atacar virtualmente, o que pode causar sérios danos a empresas e/ou pessoas, além de terem posição fundamental nas questões de segurança por envolverem o risco do uso de armas de destruição em massa, modificando estruturas tradicionalistas de pensamento que focam o Estado como central e provedor de segurança.

E nada como um pouco de construtivismo para relembrar o TCC.

Os teóricos construtivistas, pós-colonialistas, de Segurança Humana, Estudos Críticos de Segurança e Feminismo apresentam um debate mais aprofundado da segurança, mais politizado. Os principais temas que surgem no pós Guerra Fria e são abordados por estes teóricos são os conflitos intra-estatais, a migração internacional, a redução de conflitos, a emancipação política, o meio ambiente, ampliando a temática da segurança. Os construtivistas críticos utilizam aspectos históricos e criticam a paz democrática, representando forte impacto nas abordagens dos estudos de Segurança Internacional.

A ideia do Estado como provedor de segurança é considerada como restrita e ocidental pelos pós-colonialistas, que ressaltam a importância de uma conceitualização de segurança que englobe especificidades do Terceiro Mundo, que possui um histórico de formação nacional diferente dos estados Europeus. Os pós-colonialistas afirmam que as construções de segurança afirmadas pelo Ocidente não devem ser aceitas universalmente, pois as lógicas de segurança não são universais, e há especificidades entre sociedades. A agenda de Segurança Humana é fortalecida por uma base forte institucional e ativismo político, que busca uma expansão da segurança, que inclua preocupações comuns e previna conflitos, na tentativa de erradicar o subdesenvolvimento.

O referente de segurança comum a estas abordagens é a pessoa, e não o Estado, levantando uma nova gama de setores relacionados a segurança, como meio ambiente, crescimento populacional, saúde, e terrorismo. Para estes teóricos, o capitalismo é produtor de inseguraça à ordem interna, e as ameaças passam a ser também não-estatais, onde a segurança está diretamente ligada ao desenvolvimento. A Segurança Humana está associada a uma ideia de paz instrumental, de paz positiva e de ordem social. Os Teóricos Críticos ressaltam a importância da emancipação política, da liberdade positiva das pessoas, para que estas tenham condições de exercer liberdade com segurança, a partir também da mitigação de conflitos.

Thacker

Projeto Agro

 

Quem sou eu? Sou Samara Guimarães, moro em João Pessoa – PB, tenho 21 anos e irei concluir o bacharelado em Relações Internacionais este mês. Há dois anos participo da organização do ENSOL – Encontro de Software Livre da Paraíba, e mesmo não sendo da área de TI me interesso bastante em divulgar o software livre. Descobri o Thacker através do meu namorado, que estuda Ciências da Computação e adora trabalhar com transparência e políticas públicas. Durante o curso de Relações Internacionais fui pesquisadora em um grupo sobre Cultura e Identidade em Processos de Integração Regional, sobre Hipertexto, Arquivos Eletrônicos e Tecnologia Educacional e também sobre Operações de Paz. Adoro cinema e já tive a sorte de coordenar um projeto de extensão chamado Cineclube Internacional, exibindo filmes e articulando debates. Sou tradutora freelancer de inglês/português, e tenho interesse em pesquisar mais sobre transparência, com enfoque político (accountability).

O que vou fazer? Tenho como objetivo principal desenvolver matérias ou artigos científicos, refletindo sobre porções de terras agricultáveis no Brasil, a população rural desempregada, englobando o complexo problema latifundiário brasileiro em que muitos hectares de terras aráveis são subutilizadas e desocupadas.

Retorno? A pesquisa faz-se interessante pela possibilidade de análise sobre a situação do Movimento Sem-Terra (MST) no Brasil, suas aspirações e posicionamentos, ações de caráter positivo e negativo para a legitimidade do país em relação ao trato das questões internas. A nível externo, o posicionamento dos Estados Unidos da América frente ao MST e as definições sobre terrorismo que diferem das nossas serão analisados e divulgados. A escassa divulgação em rede nacional sobre as políticas relacionadas ao assunto também justifica a pesquisa, pois a mídia não divulga com frequência a situação agrária do país, focando-se com mais afinco nas invasões de propriedades e na situação dos proprietários de latinfúndios. Documentos secretos da diplomacia estadounidense vazados e publicados através do WikiLeaks oferecem uma possibilidade de alcance de uma democracia de transparência radical, servindo a nível mundial para a análise de dados nos âmbitos políticos, econômicos, militares e sociais por jornalistas independentes, bloggeiros, ativistas, que estão ganhando maior alcance a cada dia, questionando e discutindo o posicionamento de grandes jornais. Desta maneira, o projeto busca apresentar uma maneira válida de agregar opiniões e discursos diversos, consequentemente reunindo mais ideias e mais soluções que possam culminar num processo de mais transparência e democracia em sentido mais amplo.

Analisarei publicações oficiais do Ministério da Fazenda assim como artigos científicos relacionados ao tema. As publicações do WikiLeaks serão de fundamental importância para a elaboração das matérias e pesquisas, pois dentre os vários documentos diplomáticos publicados, centenas apresentam posicionamentos diversos da política externa dos EUA em relação ao Brasil sobre os mais variados temas. Recentemente o Banco Mundial também lançou em seu site oficial uma seção de dados coletados de diversos países que contemplam os seguintes tópicos: Agricultura e Desenvolvimento Rural, Política Econômica e Dívida Externa, Educação, Energia, Meio-ambiente, Setor Financeiro, Saúde, Infraestrutura, Trabalho e Proteção Social, Pobreza, Setor Privado, Setor Público, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Urbano.

Para a comunidade Thacker as informações que serão coletadas podem ser úteis para a construção de conhecimento e legitmidade, desenvolvimento de app, entre outras possibilidades.

Direito Humanitário

Estou no 8º período de Relações Internacionais, “apenas” escrevendo a monografia e trabalhando 5 horas diariamente em uma vídeo locadora. Sim, acredito que posso ressuscitar o blog.

Giandomenico Picco, Personal Representative of the Secretary-General for the UN Year of Dialogue Among Civilizations, has said: ” History does not kill. Religion does not rape women, the purity of blood does not destroy buildings and institutions do not fail. Only individuals do those things.”

Desconstruções

Resolvi criar um blog de novo para publicar alguns textos… Infelizmente, já criaram pangeia.wordpress.com, única ideia que tive no momento…

Pangéia, a união das fronteiras e dos povos em um único continente.  Soa utópico no sentido  geográfico dos limites fronteiriços e no sentido das limitações “humanitárias”. Limitações estas que muitas vezes não são levadas em consideração por téoricos realistas e neorealistas. Sob a perspectiva construtivista das relações internacionais, decisionmakers norteiam suas ações a partir de suas motivações individuais e da interação de  outros agentes. Esta noção rompe com o debate de outras teorias que colocam em contraposição o agente e a estrutura. Para os construtivistas, agente e estrutura se influenciam mutuamente, e o campo das ideias é mais que relevante.

Ações em conjunto… a intenção do coletivo influenciando nas suas intenções individuais. Entendimentos coletivos moldando identidade e interesses individuais. Até que ponto o consenso se torna indiscutível?

(…) Continua no próximo post, pois estou indo para Recife apresentar painel sobre imigração africana no XIV CISO – Encontro de Ciências Sociais do Norte e Nordeste essa semana!